O principal desafio é que as APIs geralmente não são gerenciadas e entram em produção com configurações incorretas, controles de autenticação descuidados e exposição não intencional à Internet, tornando-as um grande alvo para os invasores.
As iniciativas de linha de negócios que envolvem o desenvolvimento de APIs geralmente priorizam a velocidade e os objetivos comerciais em vez da segurança. Os desenvolvedores estão sob pressão para trabalhar com rapidez, e as equipes de segurança não têm visibilidade desses projetos.
Um inventário completo de APIs, incluindo APIs sombra, zumbi e dormente que são com frequência perdidas, é crucial porque permite que as organizações avaliem toda a área de superfície de ataque de APIs e identifiquem os riscos de cada API.
As principais etapas incluem a integração com sistemas de gerenciamento de fluxo de trabalho de TI existentes, a migração para correção automatizada em etapas, o monitoramento de comportamento mal-intencionado e a integração com sistemas SIEM existentes para garantir o uso abrangente de dados.
"Shift-left" na segurança de APIs significa mover tarefas de teste e segurança no início do processo de desenvolvimento. Isso garante que os desenvolvedores estejam monitorando vulnerabilidades durante todo o ciclo de vida da API, permitindo uma correção mais rápida e eficaz.
O teste contínuo de API é necessário porque garante que as vulnerabilidades sejam identificadas e mitigadas tanto na pré quanto na pós-produção. O monitoramento e os testes em tempo real em ambientes de produção ajudam a manter a estabilidade e o desempenho do software e, ao mesmo tempo, melhoram a experiência do usuário.
A automação desempenha um papel essencial na segurança de APIs ajudando a integrar ações de correção com os sistemas de gerenciamento de fluxo de trabalho de TI existentes, passando para a correção automatizada em etapas e monitorando continuamente o comportamento mal-intencionado. Isso reduz o tempo e o esforço necessários para resolver vulnerabilidades e mitigar riscos imediatos.